Marketing não começa no Instagram.Começa no negócio.

Eu ajudo empresas a entender o que realmente precisa ser feito no marketing antes de investir tempo e dinheiro em mais uma solução.

Gabriel FedrizziFundador da We Pulse · Estratégia de Marketing e Negócios

Sua empresa não precisa necessariamente fazer mais marketing.

Ela precisa entender melhor o marketing que já está fazendo.

Talvez sua empresa já tenha trocado de agência, contratado especialistas, refeito o site e testado um monte de coisa. E ainda assim não consiga responder a duas perguntas básicas:

Por que estamos fazendo isso?

Porque “sempre foi assim” ou “todo mundo faz” não é uma resposta.

Qual problema isso resolve?

Às vezes o problema está claro. O erro está na solução escolhida.

Conteúdo, tráfego pago, vídeos, influenciadores, eventos, CRM, branding. Existem inúmeras ferramentas disponíveis. E justamente por isso é tão fácil gastar dinheiro sem saber exatamente o que deveria estar sendo feito.

Não é porque você está gastando dinheiro com marketing que você está investindo em marketing.

Depois de responder essas duas perguntas, aí sim faz sentido discutir quanto investir. E como medir se esse investimento está funcionando.

Empresas diferentes não deveriam receber a mesma solução de marketing.

Por isso, eu não começo perguntando quantos posts você quer fazer ou quanto pretende investir em tráfego.

Só depois de entender o negócio faz sentido falar em conteúdo, anúncios, eventos, influência, relacionamento, vendas ou qualquer outra ferramenta.

  1. Uma loja online pode precisar vender para gente nova o tempo todo.

    Se trazer uma nova compra começa a custar caro demais, a conta deixa de fechar. Nesse caso, aquisição e CAC ganham um peso enorme.

  2. Uma clínica de estética pode crescer muito fazendo quem já entrou continuar voltando.

    Trazer clientes novos continua importante, mas frequência, retenção e LTV podem valer ainda mais.

  3. Uma imobiliária de alto padrão não vende uma casa de R$ 5 milhões da mesma forma que um e-commerce vende um tênis.

    A compra acontece poucas vezes, o ciclo é muito mais longo e confiança, relacionamento e indicação passam a ter outro peso.

O marketing muda porque a forma como o negócio cresce também muda.

Então, a pergunta não deveria ser “qual ferramenta usar?”

Deveria ser: “o que o meu negócio precisa resolver agora?”

Antes de pensar na solução, eu preciso entender as regras do jogo da sua empresa.

Meu trabalho começa mergulhando no negócio. Eu converso com quem conhece a empresa por dentro, estudo o mercado, o modelo de negócio e cruzo essas informações com dados e operação.

  1. 01 / 06

    Negócio

    Primeiro eu preciso entender a sua empresa: onde ela está, onde quer chegar e com quais recursos pode contar.

  2. 02 / 06

    Modelo de negócio

    Depois, entender as regras do jogo do seu modelo de negócio: o que faz empresas como a sua crescerem, gerarem valor e ganharem dinheiro.

  3. 03 / 06

    Diagnóstico

    Aí eu cruzo essas regras com a realidade da empresa para entender o que está travando, o que já funciona e onde existem oportunidades.

  4. 04 / 06

    Prioridades

    Nem tudo merece atenção ao mesmo tempo. Aqui eu defino o que vem primeiro e onde vale colocar dinheiro, tempo e energia.

  5. 05 / 06

    Estratégia

    Com o problema claro, eu defino o caminho: o que fazer, em que ordem e com qual objetivo.

  6. 06 / 06

    Soluções

    Só então entram as ferramentas, os canais e os profissionais necessários para executar a estratégia.

Marketing pode significar conteúdo.

E também pode significar:

  • Melhorar uma oferta
  • Criar uma parceria
  • Fazer um evento
  • Mudar uma experiência
  • Rever posicionamento
  • Aumentar retenção
  • Trabalhar relacionamento
  • Parar de investir onde não faz sentido

O Instagram
vem depois.

Gabriel Fedrizzi, de braços cruzados
Gabriel FedrizziFundador da We Pulse · Estratégia de Marketing e Negócios

Foi assim que eu cheguei até aqui.

Minha primeira experiência com vendas foi na escola, eu devia ter uns 12 anos. Nas feiras de ciências, algumas salas levavam geladinho para distribuir no fim das apresentações. O problema é que sempre acabava rápido e, depois disso, ninguém queria mais saber da feira: todo mundo só queria encontrar geladinho. Eu e meu amigo Breno tivemos a ideia de fazer um monte e vender durante a feira. Deu bom demais. Começamos vendendo baratinho e, conforme foi acabando, aumentamos o preço. Vendemos tudo e deu uns 200 reais. Na época, eu me senti rico. Durou pouco, porque eu torrei tudo logo depois.

Alguns anos mais tarde veio meu primeiro CNPJ. Em uma viagem pra Floripa com uns amigos, fizemos umas camisetas com frases engraçadas para usar nas festas e várias pessoas começaram a perguntar onde a gente tinha comprado. Aquilo ficou na nossa cabeça e, alguns meses depois, nasceu a To Gostando. Foi meu primeiro negócio de verdade e também onde comecei a me envolver mais a fundo com marca, conteúdo, venda pela internet e marketing de influência. A empresa foi muito bem até a pandemia, quando nosso universo de festas e eventos praticamente parou e cada um acabou seguindo outros projetos.

Depois, virei sócio de uma produtora de eventos, a Receba Entretenimento. Aí o negócio ficou mais complexo. Não era mais só pensar comunicação ou venda: tinha evento, comercial, financeiro, operação, influência, fornecedor, cliente e um monte de problema acontecendo ao mesmo tempo. Foram anos de muito trabalho, muita festa e pouco dinheiro. Mais sorte que juízo. Mas, olhando hoje, foi uma das fases em que eu mais aprendi a enxergar uma empresa para além do marketing.

No meio disso tudo ainda tive um podcast, o Ordinários Podcast. Foi um projeto curto, mas que me ajudou bastante com pesquisa, pauta, repertório, organização de ideias e, principalmente, com a minha maneira de conversar e comunicar. Também foi ali que tive ainda mais contato com produção e edição de conteúdo.

E o detalhe é que tudo isso aconteceu enquanto eu cursava Direito, passava por estágio e depois trabalhava como CLT. Durante bastante tempo eu fui basicamente um empreendedor nas horas vagas.

Até que, em 2023, resolvi parar de fazer isso no tempo livre e me dedicar 100% a essa vida.

E assim nasceu a We Pulse Marketing.

A empresa cresceu.

E foi justamente aí que eu comecei a perceber que tinha alguma coisa errada.

A We Pulse cresceu no modelo que eu achava que uma agência deveria ter: mais clientes, mais equipe, mais entregas. Só que, quanto mais a operação crescia, mais eu me incomodava com o que a gente estava vendendo.

Posts. Vídeos. Tráfego. Calendário de conteúdo. Eu sabia que tudo aquilo podia fazer parte do marketing, mas não podia ser o marketing inteiro.

Eu já tinha passado por marca própria, vendas, eventos, influência, comercial, financeiro e operação. Tinha visto de perto que o resultado de uma empresa quase nunca depende de uma ferramenta só. E comecei a sentir que eu poderia gerar muito mais valor ajudando o cliente a entender o problema certo do que simplesmente produzindo mais coisas para ele.

Foi aí que comecei a estudar ainda mais. Investi milhares de reais em formação de marketing, gestão, negócios e comunicação. MBA, G4 Educação, Dale Carnegie e outras experiências foram organizando um repertório que a prática já vinha construindo.

Até que, durante uma aula com Felipe Hatab, ex-CMO da Stone e ex-diretor de marketing da Ambev, uma ideia fez tudo encaixar na minha cabeça:

Marketing não é sinônimo de comunicação.

Marketing é mercadologia: o estudo do mercado antes de decidir o que fazer nele.

Foi aí que eu consegui dar nome para o incômodo que já sentia havia algum tempo.

O meu problema não era com marketing. Era com a versão reduzida de marketing que eu tinha aprendido a vender.

Antes
Eu vendia um serviço pronto, com uma quantidade de entregas por mês.
Hoje
Eu começo pelo negócio: entendo o modelo, diagnostico o problema, defino prioridades e só depois escolho a solução.

Eu não preciso vender tráfego, vídeo ou social media para você.

Preciso primeiro descobrir se você precisa deles.

Nem toda empresa precisa do mesmo nível de acompanhamento.

Todo trabalho começa pelo diagnóstico. Depois dele, o que muda é o nível de acompanhamento que a sua empresa precisa.

Diagnóstico de Marketing e Negócio

Para quem já faz marketing, mas não consegue dizer com segurança o que funciona, o que está desperdiçando dinheiro e o que deveria vir primeiro.

A situação

Tem conteúdo, tráfego, site, evento, comercial pedindo mais lead. E uma opinião diferente sobre o que fazer em cada conversa.

Como eu entro

Eu mergulho na empresa para organizar essa bagunça. Entendo o negócio, o modelo, os dados e o marketing que já existe para identificar o que está travando, o que funciona e onde vale colocar atenção primeiro.

Quero começar pelo diagnóstico (abre o WhatsApp em nova aba)

Mais de 30 empresas atendidas, em mercados e momentos diferentes.

  • Fazenda Churrascada
  • Tatu Bola
  • Casa Duartina
  • Race Bootcamp
  • Tonus Gym
  • Vidya Studio
  • Cury
  • Instituto Luana Mariotti
  • Smart Padel

Antes de conversar, três perguntas.

Isso não é um diagnóstico. É só uma forma de organizar o contexto antes da nossa conversa.

Pergunta 01 de 03

Se eu te perguntasse agora qual problema o marketing da sua empresa precisa resolver, você conseguiria responder?

Marketing é um meio,
não um fim.

O negócio vem antes da ferramenta.

O diagnóstico vem antes da solução.

A estratégia vem antes da execução.

Se alguma parte desse site fez você pensar “é exatamente isso que está acontecendo aqui”, provavelmente vale uma conversa.